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terça-feira, 3 de agosto de 2010

Presentes

Hmm... como é bom sentir-se cercada de afeto!
Ontem fiquei até tarde conversando com uma amiga... Nem vimos o tempo passar. Foi interessante como me senti confortável falando de coisas tão profundas sobre mim, sem isso ser dolorido...
No trabalho... tchararam! Presente de aniversário atrasado!! Olha que delícia! E o melhor, feito por outra amiga em suas férias!

Delícia!

segunda-feira, 26 de julho de 2010

Desgosto

O ruim de não gostar de alguém é que dificilmente você separa a pessoa das características da pessoa. Aliás, tudo começa e acaba nas características.
Assim, de cara, não tem quem não goste de alguem, mas de algo neste alguém. Pensa: na festa, estava conversando e não gostei da metidice de fulana, ou do jeito de comer de ciclano, das convicções políticas, das considerações de moral etc. Isso vira um não gostar da pessoa, quando esta tal característica se sobrepõe às qualidades da pessoa.
Aí já temos uma constatação ruim: a característica se tornar maior do que a pessoa. Isso é péssimo!
Em todos os sentidos... uma característica ser definidora para bem ou para mal é reducionismo! Péssimo, mas humano.
Bom, e a parte seguinte é a pior, quando a pessoa passa novamente a ser mais que as características, mas de forma negativa. A partir do não gostar de alguém, não gostar das características deste alguém... Isso é terrível. É desgastante pois passamos a não gostar de cada uma das características e manifestações daquela pessoa. O jeito de rir, a forma de falar, tudo incomoda.
E na tentativa de ser melhor ser humano, a luta e o investimento em não desgostar de tudo relacionado à pessoa, de resistir ao processo humano da intolerância, um desgaste que caaansa...
Então o que seria melhor? Tentar com todas as forças não desgostar ou parar de resistir ao desgosto e colocar na categoria do "não tolero"? E a culpa e/ou o contexto permite?

terça-feira, 20 de julho de 2010

Presente de aniversário

Eu ia deixando pra lá, mas ganhei uma cartinha de presente de aniversário e queria postá-la aqui... Tá atrasada, mas acho que vale a pena. Não tem identificação de quem mandou pois não pedi autorização...

Um misto de autêntica com conservadora...Alemanha com Império Inca...A tentativa de defini-la naum funciona...pois definir é limitar e isso é definitivamente de onde não se pode partir... Um dia me opus a ela, que queria se descrever em um email à alguém que iriam encontra-la mas não a conhecia de que era assim, assim, assado, sapecado...Me opus porque vi nesta descrição uma tentativa de limitar-se de definir-se tendo como ponto de partida aquilo que jamais nos deve definir...quiça nos caracterizar..mas JAMAIS definir..somos, e ELA É, muito mais do que se pode saltar aos olhos...muito mais de que uma mulher graciosa...como toda mulher tem suas sutilezas...as vezes lhe fala reconhecer isso..se apegando aquilo que somente deveria saltar aos olhos dos limitados e da gente a quem certamente não deveriamos escutar...Em uma análise mais consciente Naiá é isso...Quantas loiras são reais? e quantas das reais sabem o quanto são especiais por isso...Ela é uma dessas..dessas reais mas que assim não se vêem...mas talves aí parte do seu charme...
A ti toda felicidade em seu ano novo particular!
Sorria mais. Cuide-se mais. Esteja consciente de que sua única missão aqui é ser loira e feliz!
Um Abraço MUI forte!

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

Qualquer paixão me diverte

Esta expressão por si só pode não ser verdadeira, pois eu entendo que paixão pode ser quase uma doença. Tem sintomas físicos e tempo de incubação, contágio e recuperação. Mas a frase é verdadeira no sentido filosófico. Sim, qualquer paixão me faz feliz. Qualquer coisa que se sinta é suficiente para minha alma se sentir viva.
Um bom papo pode ter este efeito, ou fazer um presente para uma amiga, ou conseguir pedir ajuda frente a um desafio. E tudo isso eu tive hoje, em pequenas doses... Homeopatia da felicidade. Isso existe?
Eu sei que tem comprimidos mágicos que fazem algumas pessoas crer num mundo mais colorido, psicodélico talvez. Mas homeopatia? Quer coisa mais lenta e paciente que homeopatia? Só meditação... Mas tudo bem, se me fizer feliz...
Isso me lembra que faz um tempo que assumi o compromisso de ser feliz. Muito feliz e todos os dias. Ser feliz o dia todo não é real, mas um pouquinho todo dia... é necessário. Posso dizer que é uma missão, mas há quem não partilhe da minha crença. Então estes podem até me achar louca, mas eu vou seguindo o meu caminho.
Ah, reclamar me faz feliz! Rir dos absurdos alheios me faz feliz. Minha bondade extrema se choca com minha capacidade de chutar cachorro morto neste ponto... rir de imbecilidades e pequenezas. Mesmo que ria por dentro, escondidinho... Ou que ria disfarçada de compaixão...
Só não sou perfeita por esta modéstia que não me larga... verdade! No meu mundo e na minha meta, a felicidade trai outras possibilidades de felicidade e vivo a contradição com gosto. Ah, e sem culpa. Aliás sem culpa nenhuminha meeeeessssmo.
A contradição pública mantém o equilíbrio interno.
Mas anda não gosto de traição... Aliás não gosto de não reconhecer de onde vem a traição. Não gosto de desejar vingança... Mas minha humanidade me invade e eu deixo tudo isso quase me afogar para sair nadando por cima, depositando na fé a certeza que o universo cobra cada uma de suas dívidas e eu não quero fazer mais nenhuma. Sei que é inevitável contrair algumas, mas é saudável evitar.
E vou cultivando as paixões, as felicidades.
Ah, eu gosto de pagar a minha conta. Não é que não goste de ser paparicada, mas poder tirar o dinheiro da carteira, dinheiro que eu conquistei com meu empenho, e colocar no balcão para pagar o que eu consumi... hmmmmm que prazer!
Pode parecer até meio psicótico, mas nos momentos de maior desprazer, pensar nos praeres e perceber o ridículo de cada situação dá até vontade de sorrir. Deixa mais leve...
E quando eu não perceber que estou empurrando o carro sozinha, que algém grite na minha cara o meu orgulho que terei prazer em rir da minha idiotice.

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

Saber como e saber quando

A informação em si não é tão importante como saber colocá-la à disposição do outro. As verdades que precisam e as que não precisam ser ditas convivem lado a lado. O tal superego tem uma função que eu admiro. Regulador social... Pecisamos muito disso perto de pessoas sensíveis.
Nossa, eu falando disso? Tô evoluindo muito!